quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A utilização da Mídia na formação do cidadão brasileiro.
Em favor do uso da mídia na formação do cidadão, José Marques de Mello (1999: 41, 42) diz que “uma notícia de jornal conduz a um filme, um seriado de televisão estimula a leitura de um livro, um programa de rádio incita à audição de um disco, um filme motiva a compra de um fascículo ou uma revista.” Assim, teremos cidadãos instruídos que exigirão melhor qualidade da programação de tais veículos. O autor mostra que a “própria indústria midiática, estruturada segundo as regras da economia de mercado, procura captar os anseios dos consumidores, atuando em consonância com as suas expectativas. E quanto maior for a competição entre as produtoras, mais benefícios terão os consumidores, pela variedade de opções existente” (p. 41).
Ler o discurso da mídia é condição para a inserção do sujeito na sociedade e na História de seu tempo.
O acesso à leitura – um bem cultural – deve ser oportunizado a todos os cidadãos. Ler a palavra escrita, a palavra oral, a palavra não-dita, implícita no contexto ou em uma imagem, e depreender o sentido que emana de fatores lingüísticos e extralingüísticos torna-se prioridade na escola e fora dela. O analfabeto, hoje, não é simplesmente aquele que não sabe ler ou escrever, mas o que não compreende os textos que o circundam (Ghilardi, 1999: 107).
O novo deve ser estudado na escola, que continuará seu papel de investir na construção do saber, não se omitindo de participar dos acontecimentos ao seu redor. Ainda nesse sentido, citamos Citelli (35) que defende a idéia de que a inserção da escola no ecossistema comunicativo é um desafio para todos os educadores:
A escola, enquanto instituição privilegiada no contexto da formação da sociabilidade, deve otimizar o seu papel, ampliando o conceito de leitura e aprendizagem, equipando-se para entender melhor os significados e os mecanismos de ação das novas linguagens, interferindo para tratar as mensagens veiculadas pelos meios de comunicação de massa à luz do conceito de produção dos sentidos, algo que se elabora por uma série de mediações e segundo lugares específicos de constituição, que incluem interesses de grupos, valores de classes, simulacros, máscaras etc.
Qual é o real papel da escola? Dar educação formal e possibilitar a apropriação e a assimilação de conhecimentos e habilidades úteis e/ou necessárias à vida do indivíduo dentro da vida social? Há os que acreditam que ela é a “redentora universal da sociedade, na esperança de que sua ação possibilite a eqüidade social“; há os que “entendem que a escola só pode servir para a reprodução do modelo social, pois ela sempre esteve a serviço das classes dominantes, através da reprodução dos seus valores ou por meio da violência simbólica, inculcando valores dominantes e criando hábitos permanentes de pensamento e conduta” (...) e há os que “consideram que a escola pode ter um papel no processo de transformação da sociedade, não propriamente como um mecanismo social ao lado de outros, que possibilita o encaminhamento da transformação (Luckesi, 1986: 37).
A busca de soluções para os problemas das escolas que não conseguem/conseguiram acompanhar a evolução dos tempos e tirar proveito das relações com a mídia deve ser coletiva, mas o esforço individual conta muito nesse momento.
http://www.alb.com.br/anaisjornal/jornal1/MesasRedondas/MariaInesLucena.htm
Em favor do uso da mídia na formação do cidadão, José Marques de Mello (1999: 41, 42) diz que “uma notícia de jornal conduz a um filme, um seriado de televisão estimula a leitura de um livro, um programa de rádio incita à audição de um disco, um filme motiva a compra de um fascículo ou uma revista.” Assim, teremos cidadãos instruídos que exigirão melhor qualidade da programação de tais veículos. O autor mostra que a “própria indústria midiática, estruturada segundo as regras da economia de mercado, procura captar os anseios dos consumidores, atuando em consonância com as suas expectativas. E quanto maior for a competição entre as produtoras, mais benefícios terão os consumidores, pela variedade de opções existente” (p. 41).
Ler o discurso da mídia é condição para a inserção do sujeito na sociedade e na História de seu tempo.
O acesso à leitura – um bem cultural – deve ser oportunizado a todos os cidadãos. Ler a palavra escrita, a palavra oral, a palavra não-dita, implícita no contexto ou em uma imagem, e depreender o sentido que emana de fatores lingüísticos e extralingüísticos torna-se prioridade na escola e fora dela. O analfabeto, hoje, não é simplesmente aquele que não sabe ler ou escrever, mas o que não compreende os textos que o circundam (Ghilardi, 1999: 107).
O novo deve ser estudado na escola, que continuará seu papel de investir na construção do saber, não se omitindo de participar dos acontecimentos ao seu redor. Ainda nesse sentido, citamos Citelli (35) que defende a idéia de que a inserção da escola no ecossistema comunicativo é um desafio para todos os educadores:
A escola, enquanto instituição privilegiada no contexto da formação da sociabilidade, deve otimizar o seu papel, ampliando o conceito de leitura e aprendizagem, equipando-se para entender melhor os significados e os mecanismos de ação das novas linguagens, interferindo para tratar as mensagens veiculadas pelos meios de comunicação de massa à luz do conceito de produção dos sentidos, algo que se elabora por uma série de mediações e segundo lugares específicos de constituição, que incluem interesses de grupos, valores de classes, simulacros, máscaras etc.
Qual é o real papel da escola? Dar educação formal e possibilitar a apropriação e a assimilação de conhecimentos e habilidades úteis e/ou necessárias à vida do indivíduo dentro da vida social? Há os que acreditam que ela é a “redentora universal da sociedade, na esperança de que sua ação possibilite a eqüidade social“; há os que “entendem que a escola só pode servir para a reprodução do modelo social, pois ela sempre esteve a serviço das classes dominantes, através da reprodução dos seus valores ou por meio da violência simbólica, inculcando valores dominantes e criando hábitos permanentes de pensamento e conduta” (...) e há os que “consideram que a escola pode ter um papel no processo de transformação da sociedade, não propriamente como um mecanismo social ao lado de outros, que possibilita o encaminhamento da transformação (Luckesi, 1986: 37).
A busca de soluções para os problemas das escolas que não conseguem/conseguiram acompanhar a evolução dos tempos e tirar proveito das relações com a mídia deve ser coletiva, mas o esforço individual conta muito nesse momento.
http://www.alb.com.br/anaisjornal/jornal1/MesasRedondas/MariaInesLucena.htm
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
CASTELLANO O ESPAÑOL

● Español. Para designar la lengua común de España y de muchas naciones de América, y que también se habla como propia en otras partes del mundo, son válidos los términos castellano y español. La larga polémica sobre cuál de estas denominaciones resulta más apropiada está hoy superada. El término español resulta más recomendable por carecer de ambigüedad, ya que se refiere de modo unívoco a la lengua que hablan hoy cerca de cuatrocientos millones de hablantes. Asimismo, es la denominación que se utiliza internacionalmente (spanish, espagnol, Spanisch, spagnolo, etc.). Aun siendo también sinónimo de español, resulta preferible reservar el término castellano para referirse al dialecto románico nacido en el Reino de Castilla durante la Edad Media, o al dialecto del español que se habla actualmente en esta región peninsular. En España, se usa asimismo el nombre castellano cuando se alude a la lengua común del Estado en relación con las otras lenguas cooficiales en sus respectivos territorios autónomos, como el catalán, el gallego o el euskera.
- El español fue el desarrollo del castellano, dialecto de Castilla, a lo largo de la Reconquista. A partir de los Reyes Católicos, el castellano se convirtió en la lengua del Imperio. Desde el siglo XVIII, el término castellano se va sustituyendo por el de español.
Assinar:
Postagens (Atom)









